Zé Luiz
CAPRICHO
Jardineiro precisa
acreditar que as rosas vicejarão para que elas de fato desabrochem. Em tudo o que
fazemos, é preciso entregar o melhor de nós. Na menor das atividades ou na mais
importante das tarefas a dedicação deve ser similar. Caso se coloque a fazer
algo em que não acredita, as chances de fracasso são consideráveis. Corremos o
risco de sermos chamados cidadãos “meia boca”, gente “mais ou menos”, quando
empreendemos o mínimo naquilo que nos é confiado. Sem capricho não há resultado
satisfatório em nada. Conhecemos o perfil de uma pessoa na qualidade daquilo que
realiza.
Todos os
grandes tiveram convicção de seu papel transformador e foram cônscios da força
de seus talentos. Confiança é primordial para obter êxito em qualquer função. Perceber-se
provido de qualidades, porém, não pode ser motivo para querer se postar num
patamar superior na casta dos humanos. É reconhecer-se pronto para executar a
missão com a consciência de que sozinho não se constrói grande coisa. É, ainda,
saber que talento vem de graça; a diferença é saber fazer bom uso dessas
habilidades que, geralmente, são espontâneas, são dádivas. Aperfeiçoá-las e colocá-las
a serviço é que torna o ser propício a conquistas, a avanços. Avançar é seguir
adiante, alavancando junto quem está do lado também envidando esforços.
Não quero aqui
me arvorar a dar conselhos, nem ouso fornecer receitas prontas para nada na
vida. Cada qual sabe o ponto aonde quer chegar e os meios para que isso ocorra.
Nada vem do acaso, nem cai pronto do céu. Vamos indo que o mundo não para!
É isso aí!
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